Este mês, por lapso meu, acabei por não anunciar no blogue o tema de abril do nosso clube literário, The Bibliophile Club - um projeto que comecei no início de 2019 em parceria com a Sofia, do A Sofia World, e a Lyne, do Imperium by Lyne. Abril trouxe-nos thrillers e mistérios, um género que está longe de ser a minha zona de conforto, uma que sempre esteve entregue aos mundos fantasiados e universos paralelos. 

Comecei este clube com a noção de que iria experimentar histórias capazes de expandir os meus gostos, fugindo àquilo a que sempre estive habituada. Gosto de policiais, mas não gosto daquela sensação de ansiedade que temos perto do final de qualquer thriller, pois, e apesar de apreciar ser surpreendida, não gosto de me sentir ansiosa, assustada com aquilo que estou a ler. Nem sequer sei se isto fará sentido para vocês, principalmente se forem apreciadores do género, mas isso sempre foi um ponto forte para me afastar deste tipo de livros. Com o tema escolhido por nós para o clube, indo ao encontro de "abril, mistérios mil", sabia que teria de contornar isso. 

E até gostei do resultado. 



Três semanas depois de ter começado a trabalhar, tenho finalmente tempo (disponibilidade e vontade combinadas, para ser sincera) para me sentar em frente ao computador e dedicar-me ao blogue. Para quem não me segue no Instagram talvez não saiba, mas desde o dia 13 de março passei de pseudo-adulta para adulta. Comecei a trabalhar. Uma transição que tem sido tão carregada de boas energias, uma sensação de realização pessoal e de pura felicidade, que ainda nem sei muito bem como o transmitir em pleno aqui, para vocês. Mas vou tentar.