16.11.17

tenho saudades do que era ser blogger antigamente...


Embora o By the Library seja relativamente novo na comunidade - muito mais do que o SHE WRITES, nome antigo do blogue, antes de o remodelar há sensivelmente três meses atrás, a verdade é que faço parte do blogging world desde os meus 13 anos, altura em que fiz o meu primeiro blogue, uma página sem jeito nenhum onde escrevia poemas pirosos que tinham obrigatoriamente que rimar verso sim, verso não. 

É talvez por ter vindo a acompanhar o desenvolvimento daquilo que é ser blogger, que sinto toda uma nostalgia pelo antigamente, sentindo que este mundo perdeu parte do seu encanto - e que cabe a nós, bloggers que ainda acreditam neste pedacinho virtual, revitalizar e reconstruir as noções que têm surgido nos últimos tempos.


Tenho andado inactiva em praticamente todas as redes sociais por várias razões, mas uma delas está relacionada com a pressão que sentia em ter conteúdo consistente, visualmente interessante e que combinasse com a estética daquilo que um blogger tem que ter. Se isto vos parecer idiota, lembrem-se que a necessidade de sermos diferentes, semelhantes a outros, sempre aconteceu ao longo dos séculos; queremos ser igual à modelo magra da televisão, ao business man que aparenta ter a vida toda a organizada, e acabamos por perder a nossa própria identidade ao copiar a dos outros.

Comigo (e muitas mais pessoas, tenho, infelizmente, lido imensos textos sobre a influência das redes sociais na forma como nos comportamos virtualmente) aconteceu exactamente isto. Queria muito um feed de Instagram que inspirasse pessoas como muitos me inspiram, queria ter um blogue que correspondesse aos meus próprios critérios extremamente rígidos e perfeccionistas e... Isso acabava por fazer com que não publicasse de todo.

Embora tenha sido um bocado nómada ao longo dos anos, começando e terminando e recomeçando e desistindo de blogues e mais blogues até chegar ao dia de hoje, a verdade é que tenho sempre vindo a acompanhar a redefinição do que é ser blogger. E, acreditem, antigamente era algo muito mais libertador e divertido do que é agora.

Dantes, o conteúdo era muito mais importante do que o aspecto e o design e hoje, por exemplo, parece que é quase ao contrário. Não sou contra a evolução, obviamente, mas sou contra a desvalorização daquilo que realmente importa: o que a pessoa escreve, o que a pessoa resolve abordar e... Sim, posso parecer-vos um bocado snob, até o vocabulário e a forma como a pessoa escreve.

Blogger, nos dias de hoje, parece ser uma caça às marcas, aos produtos de graça e à construção de uma comunidade de fãs. Não leitores, mas fãs. Isso entristece-me. Consigo perceber o appeal que leva imensa gente a querer fazer um blogue para promover roupa que lhe vem parar ao armário de graça, mas, para mim, ser blogger sempre esteve relacionado com a paixão por alguma coisa transposta para a escrita. Adoramos maquilhagem? Escrevemos sobre ela porque adoramos, não porque queremos recebê-la na nossa caixa de correio for free. Adoramos viajar? Certamente não temos que pensar no que os nossos seguidores vão pensar mediante as fotos que pusermos no Instagram, mas sim no prazer e felicidade que temos durante a viagem. Adoramos escrever poemas ou ficção? Vamos treinando ao longo dos anos, publicando perante uma comunidade digital e absorvendo as suas opiniões até nos sentirmos preparados para publicar um livro, que foi o que fiz durante a minha adolescência.

Transformar o nosso blogue numa fonte de rendimento é algo apelativo e com o qual eu concordo, não me interpretem mal. Também gostava muito de tornar o By the Library num negócio - mas não porque quero receber coisas, ter fãs ou algo do género. Gostava de tornar o meu blogue num negócio porque tenho um amor imenso na escrita e considero ser como que um sonho concretizado se algum dia aquilo que eu mais amo fazer passe a tornar-se algo proveitoso e rentável para mim. E hoje, felizmente, temos a oportunidade de colocar a nossa escrita e a nossa paixão no mercado de trabalho e usufruir dela, algo que há anos atrás era completamente impossível.



Talvez seja por isso que esta semana voltei a publicar no Instagram. E embora me faça impressão olhar para o meu feed e ver tantas gamas de cores diferentes, ou o facto de não serem fotos de qualidade como as fotos de outros bloggers e celebridades que sigo, estou a tentar desligar-me da pressão que as redes sociais nos fazem de que só o que é aesthetics ou so tumblr merece atenção.

Quanto ao meu blogue, tenho um longo caminho a percorrer. Quero muito continuar a desenvolver este projecto, mas quero fazê-lo por mim. E, sinceramente? Se não se tornar num negócio, não há problema. Para mim, é muito mais importante os comentários que me deixam, as pessoas que ficam mesmo com a evolução de SHE WRITES para By the Library, todos os que continuam a querer ler as minhas publicações e me dizem que gostam genuinamente do que escrevo. Leitores, não fãs.

Ser blogger tem a ver com a nossa paixão por livros que precisam ser discutidos com outros leitores, por receitas que são tão saborosas que merecem ser partilhadas, por DIY's que são tão interessantes que não podem ficar apenas para nós, por histórias e vivências que, através da maravilha que é a Internet, podem ser revividas por uma pessoa, dez pessoas, centenas de pessoas. Não deixem que o marketing fácil e a obsessão do consumismo entrem de forma tão pouco saudável no vosso mundo. Façam-no calmamente, no momento certo.

Acima de tudo, continuem a escrever por amor. É o que tento fazer todos os dias. O resto, se for para ser, acontecerá. 

18 comments

  1. Só estou na blogosfera há 3 anos, por isso não sei o que era ser blogger antes, embora tenha alguma noção. Sei que antigamente os blogs eram só para a família e amigos, escrevia-se para lá umas coisas pirosas e até engraçadas pelo meio, e não passava disso. Concordo que existia muitos mais blogs genuínos antes. Mas, por outro lado, esta evolução foi necessária. Há uns anos atrás os designs dos blogs eram horríveis, havia aquela moda de fazer tags para tudo e para nada, mal entravas num blog começava a tocar músicas,... Existiam muitas cenas que, na minha opinião, precisavam de desaparecer, para dar lugar a outras melhores.
    Existem muitos bloggers que só estão aqui para encher chouriços, que só querem é ter fãs e receber coisas de graças, mas também existem muitos bloggers genuínos ( como tu). O que acontece é que, por vezes, os últimos não estão tanto nas luzes da ribalta. Contudo, existem. Tudo depende dos blogs que segues.
    Não sinto que ser blogger seja menos fixe só porque existem pessoas que não o sabem ser. Também eu já senti essa pressão que sentiste, mas a partir do momento em que nos libertamos dela tudo se torna mais divertido. Eu adoro ser blogger, adoro criar novo conteúdo e não trocaria este mundo por nada :).
    Tal como tu, não me importo nada que o meu blog se torne num negócio rentável. Era juntar o melhor dos dois mundos, a minha paixão pela escrita com a oportunidade de um negócio rentável. Neste momento, tenho uma parceria, já fiz algumas e já me surgiram convites para outras que rejeitei porque não se adequavam à imagem do meu blog e àquilo com que me identifico. Rejeitei porque acredito que surgirão outras oportunidades melhores, e quero manter o meu blog genuíno.
    A última frase é a regra de ouro na blogosfera. É aquilo que os blogger deveriam fazer.
    Achei muito interessante a tua reflexão :).
    Beijinhos,
    Cherry
    Blog: Life of Cherry

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    1. Na minha altura, o meu blogue não era apenas para família e amigos. Tinha uma comunidade de leitores muito semelhante a agora, onde trocávamos comentários e nos seguíamos uns aos outros com afinco! Concordo plenamente contigo que a evolução foi necessária, prefiro mil vezes o template do meu blogue agora do que aquele que eu mesma fazia quando tinha 16 anos, depois de horas e horas a ler HTML/CSS e a tentar que dentro dos designs visualmente pouco atraentes de muita gente, eu me destacasse de alguma forma (consequências de perfeccionismo, suponho, eheh!).

      O que simplesmente tentei transmitir é que é tudo bom, de forma equilibrada: o conteúdo é fundamental, o design bonito também, e o amor pela escrita também. E tens toda a razão ao dizer que ser blogger é igualmente bom nos dias de hoje, simplesmente às vezes é mais difícil lembrarmo-nos disso no meio de tanta rede social e tantos posts que servem apenas para receber os resultados de parcerias e que consegues sentir claramente que o objectivo é apenas esse: as parcerias.

      Fico imensamente feliz que tenhas uma parceria e considero-te igualmente uma blogger genuína no meio de tantas bloggers que enchem chouriços :p
      E espero que no meio de tanta coisa má, bloggers como nós continuem a trabalhar com afinco e paixão por aquilo que gostamos realmente de fazer: escrever.

      Obrigada pela tua opinião, querida Cherry <3

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    2. Então na altura já te destacavas, nessa altura os blogs não costumavam ter assim tantos seguidores. Imagino a trabalheira que tiveste. Eu não me ajeito com HTML/CSS, por isso é que pedi a uma blogger para fazer o meu design :).
      Concordo, tudo é bom desde que seja com equilíbrio. Pois, eu compreendo, as redes sociais às vezes levam uma pessoa à loucura, com tanta malta a fingir que tem uma vida perfeita e com tanta competição entre bloggers... Essas bloggers claramente não sabem fazer parcerias. Fazer um post patrocinado não é só falar bem da marca, é darmos a nossa opinião e partilharmos a nossa experiência pessoal. Temos que contar a nossa história pessoal com determinado produto, caso contrário parece que estamos a ver publicidade na TV.

      Oh, muito obrigada <3.
      Também desejo isso. Nunca desistas deste mundo, tens muito talento e jeito para a escrita, são blogs como o teu que me dão ainda mais vontade de escrever no meu.

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    3. Concordo plenamente com o que disseste! Publicitar um determinado produto tem que ser feito com o mesmo carinho e dedicação que temos com publicações normais. Acho que não deve ser apenas dizer "este produto é assim, o packaging é muito giro, custou isto". Temos que nos destacar da publicidade normal, como muito bem disseste :)

      Muito obrigada pelas tuas palavras, Cherry. É muito importante para mim ouvi-las, agradeço-te do fundo do coração! E também tens muito talento e espero que continues sempre, porque embora nem sempre comente as tuas publicações, acabo sempre por lê-las e acho-as muito interessantes <3

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  2. Acabaste de pôr muito daquilo que sinto num só texto.
    Para mim a jornada começou também por volta dos 11/12 anos com um blog de notícias de Harry Potter (passei pelo weblogger, onde "aprendi" html qb) e lembro-me que o meu pai até se zangava comigo porque eu acordava muito cedo tipo 6 da manhã para manter o blog actualizado (devia achar que eu fazia qualquer coisa esquisita na internet). Talvez tenha sido por isso que me afastei durante anos e só recentemente me decidi dedicar a sério a isto.
    Para mim, ser blogger significa ter um espaço meu onde posso escrever sobre o que me apetecer e dar a conhecer a quem quiser um bocadinho da minha vida. Se conseguir tornar isto um negócio tanto melhor. Se não, pelo menos sei que já não preciso de acrodar às 6 da manhã para manter o blog actualizado (:

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    1. Também tentei aprender html! Gostava imenso de mudar tipos de letra, certos campos trocava-os de sítio, tirava a navigation bar e voltava a pô-la... Adorei aprender o básico de HTML/CSS durante esses anos, eheh.

      Sinto exactamente o mesmo que tu. Ser blogger é mesmo isso <3

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  3. Compreendo perfeitamente. Por vezes dá-me vontade de deixar tudo para voltar ao antigamente, mas penso que deu tanto trabalho chegar até aqui...

    Beijinho ||  Daniela Silva | Blog

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  4. Curiosamente, uma das Inconfidências que tenho em espera está relacionada com esta questão!
    Entrei para o mundo blogosférico em 2009 e mantenho-me cá até hoje pela mesma razão: a minha paixão pela escrita. Muitas vezes comento que, mesmo parecendo egoísta, não escrevo para quem me lê. Isto no sentido de não escrever as coisas por sentir que as pessoas vão gostar, mas escrevê-las porque, de facto, me fascinam.
    Tal como tu, compreendo quem procure fazer disto um negócio. Nada contra, até porque é uma decisão tão válida como qualquer outra. No entanto, quando há verdade, as pessoas abrem o jogo e não têm problemas em mencionar isso mesmo. Aquilo que me custa é ver pessoas a criarem um blogue só mesmo com o intuito de receberem algo. E custa-me pelo facto de acompanhar bloggers talentosos, que se preocupam mais com o conteúdo do que com a imagem, mas que depois isso não seja valorizado.

    r: A narrativa é mesmo envolvente. E é interessante perceber a forma como as três vidas se cruzam e as repercussões que isso traz. Já queria ler aquele livro há imenso tempo, assim que o terminei fiquei com pena de não o ter feito mais cedo.

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    1. Percebo perfeitamente o que dizes. Apesar de gostarmos que as pessoas nos leiam, temos um carinho especial em vermos a nossa própria escrita e ver a evolução da mesma, daí que um blogue, um livro, um diário, qualquer coisa que seja importante também para outra pessoa, é acima de tudo fundamental para nós devido ao amor que temos por ela e pela sua evolução.

      Faço parte de alguns grupos de bloggers no Facebook e a quantidade de bloggers novos, acabadinhos de fazer, que questionam sucessivamente bloggers mais conhecidos acerca de parcerias e de como contactar empresas... Entristece-me. Também, como tu, leio e vejo imensos bloggers que se esforçam diariamente e acabam por ser desvalorizados por comparação a outros que se dedicam a 110% em receber coisas e ter parcerias. Acho que é bom arranjarmos um meio termo e, acima de tudo, fazermos isto porque gostamos de falar com paixão sobre algum hobbie ou gosto pessoal. Mas enfim.

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    2. Honestamente, acho que esse é o primeiro passo: gostarmos de escrever, do que escrevemos e do assunto que estamos a abordar. Porque isso acaba por passar para quem lê. E é tão bom entrar num blogue e sentirmos a paixão que aquela pessoa tem sobre determinado tema. Ou estarmos a ler e percebermos que aquilo tem a sua identidade. Naturalmente, gostarmos que nos leiam também faz parte, caso contrário não partilharíamos publicamente, mas assumir esse compromisso connosco, em que vamos vendo a nossa evolução e procuramos fazer mais e melhor, é essencial!

      Compreendo-te, minha querida, até porque sinto o mesmo! Sem dúvida, é importante encontrarmos esse equilíbrio e fazermos as coisas pelos motivos certos, não a pensar nas possíveis recompensas de marcas.

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  5. Não podia concordar mais! Adorei ler este post e sinto-me orgulhosa ao poder afirmar que sempre escrevi sobre aquilo que gosto e que acho que vale a pena partilhar, para ajudar os outros e não apenas a mim mesma. Acho que um blog é, acima de tudo, um veículo de ideias e de recomendações, de coisas que nos ajudaram e deixaram felizes, de coisas que nos inspiram e nos fazem querer viver. Já tive um blog há uns anos e sei bem do que falas, mas eu não mudei, nem quero mudar. ;) A única coisa diferente entre o meu blog antigo e o novo é que agora o levo mais a sério e tento postar com mais frequência. A verdade é que ideias não me faltam, pois tudo o que me rodeia é um fonte para novos posts e é isso que acontece quando gostamos realmente do que fazemos. Não vale a pena tentar forçar algo que não nos saí de forma minimamente natural.

    Muitos beijinhos!
    A Rapariga Eclética

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    1. É isso mesmo, Ana :)

      Não podia concordar mais contigo. Eu já tive imensos blogues, mas este é aquele que levo mais a sério. E enquanto que os outros eram dedicados a textos livros, poesia, etc., este é direccionado para conteúdos de lifestyle e mais jornalísticos. Mas contando que continuemos a gostar do que fazemos e continuemos a seguir esta paixão, estamos sempre no caminho certo <3

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  6. Este texto faz todo o sentido e é algo que me faz impressão, hoje em dia. Quando comecei, há cerca de 5 anos atrás, o mundo virtual não era valorizado! Escreviamos porque queriamos, não com o intuito de receber presentes ou de formar parcerias. Agora, vejo pessoas que escrevem há 1 semana ou 2 e que procuram parcerias, sem se terem dedicado o suficiente ao cantinho delas.
    Não vou ser hipócrita e dizer que não gosto de receber coisas, mas tenho que sentir que as mereço e que o meu trabalho foi suficiente para tal; como senti em todas as parcerias que desenvolvi até hoje. Se acho que um blog deve ser visto só como uma fonte de rendimento? Não. Se é a primeira coisa que penso quando olho para o meu blog? Não.
    Acima de tudo, temos que sentir amor e carinho por aquilo que desenvolvemos e por aquilo que escrevemos. Tudo o resto virá, quando for certo e se fizer sentido!

    My Own Anatomy ✨

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    1. Concordo plenamente, Marli! Obviamente que quero muito formar parcerias no futuro, mas não foi nisso que pensei automaticamente quando quis criar o She Writes, agora By the Library. A ideia foi sim criar um website de conteúdos onde pudesse interessar certos leitores e criar uma comunidade onde o que importa é a escrita, o que realmente interessa no blogue :)

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  7. Reconheço tanta verdade na reflexão que aqui deixas, Sónia. Ao longo dos últimos anos tenho pensado bastante sobre este assunto e, apesar de saber que a mudança e a evolução são positivas e necessárias, por vezes sinto falta da blogosfera de antes - aquela em que se escrevia e partilhava porque era essa a essência, quando se queria, com a frequência que cada um definia e sem mais intenções do que aquelas que permitiam deitar cá para fora e partilhar o que mais nos apaixonava.
    Hoje é diferente, sim. Já não se valorizam as mesmas coisas. Mas, é como dizes, acho que devemos manter-nos fieis a nós mesmos e àquilo que gostamos, seja prosa, poesia, frases soltas ou reflexões de duas páginas.

    És das pessoas que mais me inspira na blogosfera e a tua mudança só fez com que continuasse a admirar-te mais :)

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    1. Minha querida, querida Inês <3

      A blogosfera de antes faz-me muita falta. Tenho mesmo saudades delas, apesar de concordar que temos que seguir em frente, que ficar estacado no mesmo sítio não faz bem a ninguém. Mas são pessoas como nós, onde certamente também estás incluída, que fazem com que no meio de tanta coisa supérflua, o essencial mantenha-se bem vivo: escrever sobre as nossas paixões.

      Acredita que também me inspiras, e muito. Todas as tuas publicações são uma lufada de ar fresco, principalmente aquelas onde falamos sobre os nossos gostos e géneros literários/televisivos favoritos. Não pares de escrever, por favor. Porque quando publicas algo novo, também me inspiras a continuar :)

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  8. Também sou blogger desde os meus 15, e a verdade é que a blogosfera não muito desde então :)

    Gostei do blog, vou seguir :)

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    1. Infelizmente não posso dizer que sinto o mesmo. Mas ainda bem que as coisas permanecem iguais para alguém :)

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